cobra

Segundo Arthur Schopenhauer, o domingo é o dia universal do tédio. Já para Friedrich Nietzsche, não existe tédio, e sim a invenção. Portanto e com certeza, o período entre o sábado e a segunda-feira era o mais produtivo para Fiódor Dostoiévski.

O “Acerbo aos Domingos” é a representação da vontade de seu autor e o acompanha por todo o devir, desde a convenção da saúde até a doença, e de volta ao primeiro. Nele são expostos textos de forma a dividir o peso do mundo com leitores.

Influenciado pela filosofia e questionando tudo, inclusive a si mesmo, o único autor transforma seus afetos em palavras nuas, escancara sua dor de existir e também sua alegria em viver.

O autor investiga a vida enquanto doença e com isso vai à procura da cura.

De forma sensível, o tudo e o nada aqui andam juntos.

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